quarta-feira, 29 de março de 2006

Tem muitos blogs legais por aí

Tem muitos blogs legais por aí
O engraçado de se criar um blog é a curiosidade que nasce pelos blogs alheios. Desde que entrei nesse novo mundo, vivo fuçando por aí, a procura de blogs bacanas pra me divertir. Tem muita porcaria, mas tem muito blog legal. Hoje, descobri um blog de uma senhora argentina que é divertidíssimo. O nome é "Mas respeto, que soy tu madre!" e conta a história da família dela como se fosse uma novela, com vários capítulos. Vale a pena dar uma espiada por lá. Ela é completamente desbocada e você se diverte com os xingamentos em espanhol!
Outro blog que eu achei outro dia desses foi o Mothern (mother + modern), um blog de duas mulheres modernosas às voltas com fraldas e chupetas. Já coloquei o link aí do lado. Este é mais um blog que acabou virando livro (ou foi ao contrário?). Quem sabe um dia, eu possa viver das minhas escritas...
Para completar a falta de imaginação da dona do blog aqui, vou colocar um texto publicado no Mother. Me identifiquei muito com ele (grifei o que achei mais parecido comigo). Divirtam-se e até mais.
Ter um blog é como ter um filho.
(...)Pensando um pouco mais no assunto, dá pra ver que são muitas as semelhanças entre ter um blog e ter um filho. Aí vai uma lista com algumas delas:
Na hora de fazer é muito fácil, depois que está pronto é que dá mais trabalho..
Exige dedicação constante..
Escolher o nome dele é uma novela: você pensa, pensa, pensa, faz listas, e não fica satisfeita enquanto não encontra um que adora..
Você sempre acha o seu mais bonito e inteligente que os dos outros..
Você tem orgulho da sua criação e, se alguém puxar o assunto, é capaz de falar horas sobre sobre ele..
Por causa dele você passa a conhecer um monte de gente legal, que você nem sabia que existia antes. (Aliás, depois que você faz o seu, descobre que o mundo se divide entre os que têm e os que não têm)..
Você pensa nele várias vezes por dia (e geralmente tem um leve sorriso nos lábios quando está fazendo isso)..
Algumas vezes você acha que, se não fosse pela grana, ia ser uma delícia poder ficar só cuidando dele, ao invés de trabalhar.. Por essas e outras, os chefes preferem que seus funcionários não tenham um..
Você acredita que está sempre fazendo o melhor por ele..
Você vive na ilusão de que, no futuro, ele ainda vai ser o seu sustento. .
Você adora quando as pessoas o elogiam..
Você tende a relativizar os defeitos dele. (Se é que consegue ver algum)..
Você cria uma enorme cumplicidade com a pessoa que te ajudou a fazê-lo ? a menos que ele seja uma produção independente, que você assumiu sozinha ?, mas também algumas discórdias sobre o que devem ou não fazer com ele. (Um sempre acha que o outro poderia participar mais)..
Leituras maçantes sobre o mundo deles passam a interessar você..
Você acha que tem menos tempo para ele do que deveria, e às vezes se sente culpada por não se dedicar tanto quanto gostaria..
Volta e meia você se assusta com o quanto ele está crescendo rápido..
Quem o vê pouco acha que ele está crescendo mais rápido ainda..
Quem o vê muito tem mais facilidade para entender o que ele diz..
Você aprende muito com ele..
Seu marido reclama quando você dá atenção demais a ele à noite..
Você acha que ele fez a sua vida mudar para melhor..
Se alguém que você mal conhece comenta que também tem um, logo vocês estão conversando animadamente sobre eles..
Volta e meia você pensa em ter outro.

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