segunda-feira, 29 de maio de 2006

A vida tá indo...
Apesar do aparente abandono do blog, eu estou aqui. Apesar de não estar postando todos os dias, eu penso nele todos os dias. Mas infelizmente, não posso acessá-lo do novo serviço. Estou trabalhando numa espécie de "Big Brother" empresarial. A internet é monitorada, os e-mails, o telefone, etc. etc. Como estou na experiência, não posso dar um passinho em falso. Acabou a era da meia horinha de alegria para postar no meu blog. Snif...snif
Apesar da espionagem, tudo vai indo bem. Bem normal. O trabalho é o mesmo que eu tinha antes. Só mudei de lugar. E não tenho mais tantas responsabilidades. Agora, espero que alguém me dê o que fazer, ao invés de distribuir e coordernar o trabalho. Por enquanto estou suportando a calmaria...
Eu e o Marcelo estamos ótimos. Ele também deu uma boa acalmada com o serviço dele. Se conformou com os fatos. Entendeu e aceitou. Ótimo. Às vezes, dar murros em ponta de faca não resolve. E quando aceitamos os fatos e os encaramos de frente, tudo fica mais fácil.
Ontem passeamos muito; passeios bobos, como dois namorados. Foi muito bom. Às vezes, também esquecemos de flertar um com o outro. A vida passa atropelando, e a gente tenta seguir, meio cambaleando e não conseguimos olhar para o lado. Ontem, simplesmente paramos no meio da estrada da vida e aproveitamos o dia. Muito bom....
Vimos o filme o Código da Vinci. Já havia lido o livro e não entendo tanta polêmica. Quem ama Jesus Cristo e crê na obra Dele, não irá mudar de opinião. E minha fé não seria alterada se realmente provassem que Jesus foi casado. Acho que seria lindo. Uma coisa da história em que acredito: Maria Madalena foi uma apóstola sim, e provavelmente, rebaixada nas edições da Bíblia. O que não seria nenhuma novidade num mundo machista como o nosso.
Post longo, né? É pra matar a saudade...Espero voltar em breve com mais novidades.
Bjs e até.
P.S: O uniforme? A estréia é na próxima segunda-feira. Ele já está nas mãos de uma costureira para dar uma customizada. E comprei um terninho chiquérrimo para disfarçar a feiúra da camisa. hehehe

quarta-feira, 24 de maio de 2006

Novo emprego
Capítulo I: O uniforme
Estava tudo indo muito bem...Emprego novo, ambiente agradável, colegas simpáticos, máquina de chocolate quente disponível o dia inteiro, entrando as 08:30hs, saindo às 17:15... Até que hoje me aparecem com um uniforme HORROROSO! Inventaram de implantar um uniforme justamente quando eu entro na empresa! Eu mereço? Seria até bom se fosse um uniforme bonitinho...Mas o bicho é feio. Até o Marcelo, que não liga muito pra roupas, falou assim: "-Amor, você arrumou emprego de ascensorista e não me contou nada?" Deu gargalhadas da minha cara e disse que eu vou pagar a língua por ser tão ligada em roupas...
Vou descrever a roupitcha...Na verdade é só uma camisa "cinza sem graça", com bolso no lado esquerdo do peito (será que é pra guardar os amigos?), com um símbolo gravado em silk screen (nem bordado é) e só. Não tem formato feminino, não é acinturada, é muito comprida...Resumindo: horrorosa...
Ainda bem que já sou casada; pois se não fosse, certamente arruinaria todas as possiblidades de chamar a atenção de alguém interessante, desfilando por aí com essa roupinha....Nobody deserves this shit!
Bjs e até mais!

domingo, 21 de maio de 2006

O amanhã é amanhã
Amanhã minha vida vai mudar. Primeiro dia útil da nova idade, primeiro dia no novo emprego. O que será que o futuro guarda pra mim?
O meu aniversário foi ótimo, a despedida foi um tanto triste, como todas as despedidas devem ser.
Mas recebi muito carinho de pessoas que realmente importam e é isso o que interessa. Os amigos verdadeiros vão permanecer para sempre. Uma amiga me disse que de vez em quando, nossa vida deve ser sacudida como um tapete, e é verdade. Estava precisando desta sacudida para acordar e ver certas coisas que eu achava que era tão merecedora e que eu não estava dando o devido valor...
Completar mais um ano sempre me faz refletir e decidi que vou mudar algumas coisas na minha vida. Coisas que não estavam sendo bem conduzidas e que pretendo consertar. Sempre é tempo de mudar, de rever os conceitos, de mudar de idéia. E é isso que pretendo fazer com a minha vida. Aproveitar o que já é bom, e, graças a Deus são muitas coisas; jogar fora maus costumes e melhorar os insatisfatórios. Eu sei que sou capaz de ser ainda mais feliz. E serei.

sexta-feira, 19 de maio de 2006

Considerações sobre os 28 anos

Considerações sobre os 28 anos.

Hoje completo 28 anos...Puxa, parece muito, não é? Estou mais perto dos 30 do que dos 20 e ter o "2" na frente da sua idade dá uma sensação de juventude. Ter vinte e poucos anos significa ser jovem, bacana e moderno. Ter um "3" na frente da idade já te transporta para o mundo das balzaquianas...Ai, Meu Deus, tenho mais 2 anos para curtir minha juventude, mas depois acabou...Seja bem vinda ao mundo dos adultos!
Pensando por outro lado e, dividindo o número 28 por sete, que é a idade escolar, posso dizer que estou vivendo a minha quarta infância. Isso mesmo! Estou com 7 anos pela quarta vez na vida!!

Nos primeiros sete anos da minha primeira infância, aprendi a andar, falar, ler e escrever. Brinquei muito, me divertí bastante e meu único problema era a falta do dente da frente.
Na segunda infância, dos 8 aos 14, aprendi que a vida não é tão simples assim: comer, brincar e dormir. Tive que estudar para para ser alguém no futuro, já comecei a sentir na pele algumas decepções amorosas e a conviver com a chateação mensal feminina. Além de aprender o que é feio e bonito, certo e errado. Meus complexos nasceram nesta fase. Mas a vida ainda era divertida e leve.

Terceira Infância: dos 15 ao 21: Que fase! Tudo girou em torno do meu próprio umbigo, queria ser linda, independente, inteligente, como as mulheres da "nova cosmopolitan". Entrar para a melhor faculdade possível e, nesta fase, comecei a brincar de TRABALHO, lutando para entrar no competitivo mundo empresarial. E nesta idade também que comecei a lidar com namorado fixo, problemas de relacionamento, orgulho ferido, etc.

Quarta infância 22/28: Neste último ciclo da minha infância, me formei, comecei a ter uma carreira propriamente dita, casei e agora penso em construir minha própria família. A vida já não é tão leve, já tive grandes perdas, mamãe já não é completamente capaz de resolver todos os meus problemas, como dar um beijinho no joelho ralado para sarar... Eu, finalmente sou dona do meu nariz (que tanto me incomodou na terceira infância), coisa que eu sempre sonhei, e que hoje, devolveria aos seus pais sem pestanejar. Daí pra frente a infância ficou definitivamente para trás, você se torna adulto e tem que conduzir a própria vida.
...
Desculpem os mais velhos, mais não posso chamar a fase dos 29 aos 35 anos como "quinta infância". Vamos definir assim, como o desabrochar da maturidade. Tá bom assim?
Espero que esteja, pois estou a um passo desta fase...Piscou, passou. Se é que vocês me entendem...

Despedida da Merco....

Amigos e colegas, sentirei saudades (não de todos, mas da maioria hehehe)....


segunda-feira, 15 de maio de 2006

Medo

Medo

Gente, é inacreditável o que está acontecendo na cidade e no país. Estava andando no centro na hora do almoço e as lojas começaram a fechar...Vários boatos de morte e ataques....
Uma guerra civil se estalou da noite para o dia, e estamos reféns dos bandidos.
Só Deus para proteger os Seus filhos.

Estou triste e com medo. Não só por mim e por minha família e amigos. Por todo esse país.
Não tenho nem palavras pra descrever tudo isso.

domingo, 14 de maio de 2006

Feliz Dia das Mães!


Hoje é o dia de todas as mamães. Além da data comercial, é o dia de aproveitar e dizer para as nossas tudo o que não é dito por conta da correria da vida. Dizer que as amamos. Dizer o quanto elas fizeram o trabalho delas bem feito. O quanto somos agradecidas por todos os sacrifícios que a maternidade exigiu delas.
A minha mãe, em especial, quero dizer que quero ser uma mãe como ela. Pecar pelo excesso de zelo, nunca pela falta. Pelo excesso de amor, carinho e cuidado. Agradeço por ter sido sufocada de tudo isso, cuidados de mãe nunca me faltaram.
A minha sogra, quero agradecer também pela vida do meu marido. Por tê-lo tornado um homem tão especial e bom. Por me acolher em sua família como se eu fosse filha também.

Por tudo isso, não quero passar por essa vida sem ter a experiência da maternidade. Passar por toda a dor e a delícia desse sentimento único. Produzir vida dentro do meu corpo.

Feliz dia das mães!




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sábado, 13 de maio de 2006

Não ganhei...
Pois é, meus queridos leitores e fãs (Ju e Ana). Não ganhei a promoção do Garotas. Mas gostei do texto vencedor. Passei bem perto! Ela falou no Gugu e eu toquei no nome do Silvio Santos. Porque não existe coisa mais suburbana que assistar SBT no domingo...hehehe.
Ainda tenho uma chance: na semana que vem elas irão publicar mais textos, pois disseram que receberam muitos textos legais. Quem sabe eu não saio na repescagem...De qualquer forma, como prometi, segue o texto que eu enviei para a promoção:
Texto suburbano para o Garotas que dizem ni

Cá estou eu em casa, de molho por causa de uma gripe e dor de garganta terríveis, com um pano embebido com álcool no pescoço - receita de minha avó - quando me deparo com o convite do ?Garotas? para enviar um texto que, quem sabe, possa ser publicado em um dos meus blogs preferidos. Será minha chance de ter cinco minutos de fama? Mas que tema difícil, penso comigo, falar da vida suburbana. Qualquer pessoa terá uma história melhor que a minha... Meu lenço de bolinhas em torno do pescoço me desperta a atenção. Fico pensando qual a lógica que me faz acreditar que um lenço com álcool alivia a dor de garganta. E vejo que este velho costume, impregnado em mim, mesmo depois de tantos anos, é o sangue suburbano que corre em minhas veias. Lembro que somos uma família classe média com muito orgulho e cheia de atitudes suburbanas. A começar pela mania de colocar paninhos de crochê embaixo de tudo e guardar potes de margarina para alguma eventual necessidade.
Em si, participar de uma promoção já é um tanto suburbano. Não me lembro de ter visto uma madame chique no programa Silvio Santos indo buscar seu conjunto de panelas ganho no Baú da Felicidade ou alguma outra indo pedir um pote de caviar (caviar se vende em pote?) na Porta da Esperança. Definitivamente, isto é coisa de subúrbio.
Pensando bem, a coisa mais suburbana que lembro de ter vivido por mais de vinte anos, é o almoço de domingo. Chega até ser bonitinho. Somos em seis filhos e, como moramos na praia, domingo era dia de levar a molecada para virar croquete. Depois da praia, e do banho tomado, pois somos do subúrbio, mas somos limpinhos, minha mãe colocava a mesa com esmero: com os pratos nem sempre iguais, mas combinando, copos de requeijão, e um guardanapo de papel para cada um. O prato de domingo era o frangão assado de padaria, com aquela farofa e batatas ao óleo. Meus irmãos brigavam para ver quem ficava com a coxa do frango. Cena fantástica que jamais sairá da minha memória.
Festa de subúrbio então, não tem comparação. Na minha casa, se a festa tinha 30 convidados, havia comida, pelo menos, para 70 pessoas. E, no final de tudo, depois de muito riso, copos quebrados e bolo no chão, cada convidado saía da festa com um pratinho de doce e salgado...Eita tempo bom!
É claro que ainda tenho muitas outras lembranças, como a paçoca de carrinho, a roupa nova para o dia do aniversário, a pipoca de panela com groselha... Mas estas, eu vou guardar para uma próxima promoção.

sexta-feira, 12 de maio de 2006


Partir é inevitável - Ailin Aleixo

(qualquer dia ela vai me cobrar direitos autorais de tantos textos que publico dela...)

Um dia abandonaremos o conhecido, seja impulsionados por insatisfação, necessidade ou desejo. Em algum momento chegará o fim da inocência escolar, da proteção da casa dos pais, do conforto de um abraço, do calor de um beijo, de um casamento falido, do emprego insatisfatório, da vida. Querendo ou não, partiremos. É a única certeza verdadeira. A grande certeza.
Partir é essencial. Por mais que tenhamos consciência do que, de quem, nos cerca, os fatos, detalhes ínfimos e tão importantes, pessoas, lugares, cheiros, músicas, só se tornam especiais ao virarem história; a velha mania tão humana de valorizar apenas o perdido. Ou o vivido.
Partir é a coragem de abandonar o mapeado e rumar para o incógnito, sem trilha marcada nem estrada pavimentada. É curtir o nó no estômago diante no novo, essa paisagem tão bela e pouco apreciada.
Partir nos faz mais fortes, curiosos, atentos. Atiça os sentidos. Ficamos menos dependentes e nos livramos dos grilhões (para alguns, confortadores) do familiar. Partir causa movimento porque, assim como água parada apodrece, nós corremos o risco de virar rascunhos de nós mesmos ao acostumar com a estagnação. Nada é mais perigoso do que ficarmos satisfeitos com o medíocre.
Partir pode doer para quem fica, mas não mata. Ao contrário, cria infinitas e novas possibilidades de histórias a serem desenhadas com quaisquer cores (ou ausência delas para os mais melancólicos) numa folha em branco. Num futuro todo. Numa existência plena.
Viva cada história até o último detalhe, tome até a última gota de todos seus momentos porque não há nada mais reles do que abandonar a vida por covardia, esconder-se dela detrás de falsos motivos. Não há nada mais deprimente do que alguém que finge partir quando, na verdade, está fugindo. Furtar-se a viver plenamente com toda a dor, alegria, tristeza, desamores e paixões é o mesmo que não ter nascido.
Mas vá, se sentir que precisa ir. Vá, se o que o move é impossível de domar. Não deixe o medo paralisá-lo. Ignore os que não entendem, criticam, alertam, amedrontam porque esses, enquanto você segue seu faro, escrutina o desconhecido, permanecerão no mesmíssimo lugar. Criarão musgo, não sairão do decadente quarteirão da resignação?e isso sim é assustador.
Bom fim de semana!

quinta-feira, 11 de maio de 2006

Novidades

Novidades, anseios e medos...
Ai gente...Consegui um novo emprego. E me sinto triste. Alguém consegue entender? Eu não consigo. Estou aliviada por ter um emprego e poder bancar meus pequenos luxos. Agradeço a Deus com as duas mãos bem juntinhas por isso. Mas, estou tão triste de sair de um lugar que eu realmente gostava e ainda gosto. Temos problemas, é verdade, mas existem muitas pessoas ali que me farão falta. É triste partir quando se quer ficar...Mas, move on, temos que seguir em frente não é? Agora, os medos. Tenho medo de gente nova, de não gostar do ambiente, de não me enturmar, de não dar conta do recado. Medo. Medo. Medo. E a mudança será muito rápida, só fico na atual empresa até o dia 19. Depois é tudo novo...Idade nova, emprego novo. Vou torcer para que tudo dê certo.
Queimei a janta (de novo?!)
Ontem com a afobação do novo emprego, larguei a sopa de ervilha na panela e fui cuidar de outras coisas fora da cozinha. Claro que me esqueci da bendita e quando voltei, já estava tudo queimado. Não foi tão terrível quanto a história dos feijões, mas queimei a janta de novo. Coitado do Marcelo, acabou jantando canja de pacotinho!
Minha carreira literária não está progredindo
Meu texto ainda não foi publicado no 'garotas'...Puxa vida, ele é tão bonitinho...Mas bonitinho do que um lá que já foi publicado (não é inveja). Tenho mais duas chances: amanhã e sábado....Se não publicarem lá, eu publico aqui para a minha pequena audiência. Saibam que minha carreira literária começou cedo. Quando estava na terceira série, tirei o terceiro lugar num concurso de redação sobre o dia dos pais, que envolveu todos os alunos das escolas municipais de Santos. Ganhei até um vale compras do "Jumbo Eletro", aquela loja que ficava na praia...Tá pensando o que? Devia ter investido nesta carreira desde aquela época; assim hoje eu não precisava ficar a "ver navios" (perceberam o trocadilho? navios, navegação, agência marítima..hehehe)
Bjs e até mais

quarta-feira, 10 de maio de 2006

O lugar do homem

O lugar do homem

Vou postar mais um texto da Ailin Aleixo. Quando não se tem nada de bom a dizer, é melhor deixar que outros falem (ou escrevam, sei lá). Vou criar uma campanha de "Volta, mulher honesta!". Adorava o blog desta doida:

Não ligo muito para bunda de homem. É claro que quando uma redondinha passa pela minha frente, dou uma conferida - até para as desencanadas como eu, um belo traseiro masculino é item raro e de altíssimo valor estético.
Também não sou aficcionada por mãos. Apesar de adorar quando elas se enfiam nos lugares certos e tiram minhas roupas com competência, não sou do tipo que tem arrepios de tesão diante de uma palma larga. A parte do corpo do homem que mais me agrada anda meio desprezada hoje em dia. É um canto onde só quem ama tem acesso e apenas quem não tem medo de sua própria vulnerabilidade, usa. Visível para qualquer um mas que quase ninguém nota.
Sempre achei sexo algo descomplicado e espontâneo podendo, inclusive, ser muito bom mesmo quando isento de intimidade (essa aura misteriosa e quase mágica que ainda paira no inconsciente coletivo é tão presente no dia-a-dia quanto jantar à luz de velas). Por isso não considero a transa o momento máximo de entrega entre duas pessoas - se fosse, qualquer relação de prostituição seria amor. A maior intimidade que um casal pode conquistar não requer nudez, gemidos ou penumbra. Ela fica disponível, esperando ser requisitada, exatamente no lugar que mais me atrai na solidez corpórea de um homem.
Não me apaixonei muito na vida apesar das possibilidades de paixão terem sido grandes. Só depois de terminados o ardor e o desespero que sempre vêm atrelados a esse sentimento difícil, compreendi o porquê ter me perdido em outra pessoa em tão raras ocasiões: só eles, esses poucos amores, me deram voluntariamente o que eu sempre precisei (e preciso até hoje), se deram conta dessa necessidade que passa longe do interesse no limite do cartão de crédito e que não tem vínculo algum com brilhantes elucubrações e incontestáveis demonstrações de saber. Só eles notaram ser essencial deixar essa pequena área sempre à disposição porque quando os momentos difíceis nos alcançam, ou os bons, é sempre no resguardo desse canto que eu repousava minha aparente força, chorava de alegria, me abandonava de cobranças e medos.
Intimidade não são dois corpos nus e cansados depois do sexo, não é compartir dívidas ou nomes na conta-corrente e tampouco usar a mesma escova de dentes. Não é traçar planos a longo prazo porque eles, a qualquer momento, podem ser levados embora como árvores num vendaval (tão fortes na teoria, não frágeis na prática); não é saber de cor as respostas do outro, deixar de usar pimentão porque ele não gosta, jamais tocar aquela música que traz más lembranças a ela. Isso é vida a dois que pode (infelizmente) ser vivida por semi-desconhecidos.
Para mim, a intimidade se faz real quando me aninho mansamente no espaço macio entre o pescoço e o peito dele e apenas fico ali, sem necessidade de palavras. Intimidade é o momento no qual silencio a mente (e o mundo) e repouso a cabeça no meu porto-seguro, na parte mais fascinante e suave do corpo masculino: o ombro do homem que amo.

terça-feira, 9 de maio de 2006

Aturar é...

Achei tão bonitinhos estes quadrinhos que resolvi postar. Convenhamos, aturar uma mulher não é fácil. Eu mesma não me aguentaria de vez em quando...






segunda-feira, 8 de maio de 2006

Maldita TPM!

Maldita TPM
Quem me conhece sabe que eu fico insuportável "naqueles dias". Hoje, em plena crise, tensão pré-menstrual é uma definição muito simples para mim. Fiquei aqui, pensando, pensando, e consegui inventar algumas definições que realmente expressam os meus sentimentos quando estou na TPM. Vejamos:
- Tristeza Profunda e Misteriosa
- Tormento Pós Menarca
- Tolices Puramente Momentâneas
- Tortura Para Mulheres
- Tudo Parece Merda
- Tenho Pena de Mim
- Trabalho Parece Matar
- Turbulência Pra Marido nenhum botar defeito.
Até que, pra quem tá de TPM, eu estou muito engraçadinha...
Bjs e até mais.

domingo, 7 de maio de 2006

Retrato de Domingo (passado)

Retrato de domingo (passado)
Carangueijada na casa da Cris. Hummmmmm!!!!

sexta-feira, 5 de maio de 2006

Tudo na vida tem dois lados....

É meninas (e me perdôe, se algum eventual rapaz ler este blog), pra tudo na vida tem um lado bom e ruim. Como sou uma mulher muito experiente (ha), vou destacar algumas situações e seus dois lados. Nunca se esqueçam, toda escolha envolve o abandono de uma outra possibilidade. Pensem nisso...

Ter um blog público

Ai, meu blog...Acho o máximo quando alguém lê meus textos e gosta, se diverte e ainda comenta! Não tem felicidade maior pra um blogueiro! É uma delícia compartilhar experiências, estórias...Mas porém, você não pode dizer TUDO o que gostaria, da maneira que gostaria. Xingar alguns, contar uns fatos mais íntimos...O que se escreve tem que ser medido, pensado e bem argumentado para não magoar ninguém, nem se prejudicar. Não posso chamar de vaca a amiga que brigou comigo, correndo o risco de eternizar uma situação passageira...Já pensou a confusão?

Ter um emprego das 8 às 18

É muito bom ter um emprego. Você, às vezes, nem se esforça muito e no fim do mês, tá lá, seu rico dinheirinho em conta. Você tem também colegas legais pra compartilhar risadas ou então pra falar mal junto com você daquela fulaninha brega que trabalha no outro andar. Quando ele vem com benefícios, tipo "ticket", "abono", "vale qualquer coisa", aí então é uma maravilha!
Por outro lado, você perde 10 horas do seu dia trancanda em um escritório que parece um frigorífico. De salto. Mesmo com dor de cabeça, TPM ou qualquer outro mal. Brigando por dinheiro que não é seu. Se aborrecendo por problemas que não foi você que criou. Nesse tempo, você poderia estar desenvolvendo um projeto pessoal, cuidando do seu próprio negócio, caminhando na praia nos dias de sol, dormindo nos dias de chuva....Mas sem um tostão no bolso...Dinheiro é o mal do mundo mesmo....

Ter um marido

Ah vai, é muito bom ter alguém pra andar de mãos dadas, dormir abraçadinho, dar beijo na boca e outras coisitas mais carnais..hehehe...Ter um companheiro que te ame na alegria e na tristeza, que te escute, te console, cuide de você quando ficar do-dói. Uma pessoa que se diverte com você só pelo motivo de estarem juntos, mesmo em casa, de pijama e comendo pipoca. Uma relação onde você não precisa de máscaras, uma pessoa que te ame incondicionalmente...Tão romântico...
Em compensação, você nunca mais tomará uma decisão sozinha. Você quer pintar a parede de ocre? Jogar fora o sofá? Viajar no feriado? Ficar 10 dias de dieta comendo só alface? Gastar todo o dinheiro do orçamento numa blusa simplesmente maravilhosa que você só vai usar uma vez na vida? Escolher a sessão do cinema sozinha? Não, não é assim, nananina, tem que consultar o bofe antes. Ver quais são as vontades do bonitão e decidir juntos. De preferência, sem brigar. Some-se a isso a tripla obrigação cozinhar/lavar/passar (vide próxima situação).

Ter uma empregada

Ah, empregadas são fadas penduradas num cabo de vassoura. Criaturas mágicas...Você sai de casa e a mesma parece ter sido atingida por um furacão. Você volta e está tudo no lugar, arrumado, brilhando, sem pó...Ou não?! Se você olhar bem, tem um pózinho atrás da TV. E o vidro tá meio embaçado...Minha fadinha esqueceu de lavar o banheiro? Pois é, minha amiga, ou você se mata de fazer faxina ou fecha os olhos pros pequenos esquecimentos da sua fadinha. A escolha é sempre sua...

quinta-feira, 4 de maio de 2006



O cirque du soleil vem ao Brasil
Puxa, fiquei mais alegre com esta notícia do que com o show do Rolling Stones e U2 juntos! É um espetáculo lindo, principalmente para crianças crescidas como eu. Eu preciso ir! A turnê será em agosto e setembro em São Paulo...Pena que os preços não são brincadeira de criança...Mas vale a pena. Hoje a noite já vou pedir de presente de aniversário pro maridão.
Da minha vida, nenhuma novidade. Tudo caminha na mesma. Ontem me acabei de chorar, tem horas que não dá para segurar, principalmente quando as coisas não acontecem como gostaríamos. Sei, sei que tudo vai dar certo, mas até dar certo, a angústia é enorme.
Lots of work....Vou voltar ao trabalho.
Bjs e até mais!

quarta-feira, 3 de maio de 2006

Tô do-dói.
Oi....Ontem passei o dia todinho de cama por causa de uma gripe forte....Há quanto tempo que eu não dormia uma tarde inteira! Não pensei em nada, não fiz nada, fiquei num vazio completo. Chegou ao ponto da minha mãe chegar na minha casa no fim da tarde para me arrancar da cama e me obrigar a tomar banho e pentear os cabelos...Me senti com 11 anos de idade. Que delícia de gripe...hehehe
Como tudo nessa vida dura pouco, cá estou eu de volta ao trabalho. E é claro, os problemas caíram sobre minha cabeça no momento em que pus o pé no escritório. Continuo sem saber se terei emprego, dinheirinho e "ticket" daqui há um mês. Continuo sem saber que rumo minha vidinha vai tomar...Ai meu bom Jesusinho, quando este inferno vai acabar? O clima no trabalho está péssimo, você sente o peso no ar....E não dá pra ser diferente, não tem como...
Mudando completamente de assunto, ontem a noite enviei um texto para a promoção do site Garotas que dizem ni....Ah, eu não estava satisfeita com a expectativa dos empregos, isso é muito pouco (hehehe) então tive que desviar a minha cabecinha para um outro assunto, uma outra competição. Ainda bem que esse processo é rapidinho, semana que vem acaba. Se o texto não for publicado lá, eu publico aqui mesmo, no meu brog humirde.
Mudando de assunto mais uma vez, no domingo me acabei de comer caranguejo. Gente, que delícia!!! A minha irmã tem as fotos, depois eu publico. Saí de lá toda suja de molho, tinha carne até no cabelo...Dirícia!!! Foi um dia bom entre tantos mais ou menos...