sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Cuidando da Nalinha

O filhote mais lindo que alguém pode ter
Nalinha tá aqui, deitada em cima da minha cabeça. Meio jururu. Mas tá bem, na medida do possível.
Meu dia foi péssimo. Acordei com um nó na garganta. Chorei de medo de perdê-la. Eu não me perdoaria, pois a escolha foi minha. Mal consegui me concentrar no trabalho. Saí correndo assim que ela teve alta. Mas deu tudo certo.
Agora ela me olha como que me perguntando: o que aconteceu comigo? E eu respondo pra ela: é pro seu bem, meu amor. Eu também tenho que me convencer disso.
Agora, se Deus quiser, acabou a gravidez psicológica. As noites sem dormir. O cio que sempre deixava ela com a imunidade baixa.
Quando a gente compra um bichinho, não pensa muito que a gente tem que fazer as escolhas por eles. É uma vida em suas mãos. De bicho, mas vida.
Só quem ama um peludo pode entender como a gente sofre junto com eles. Como a gente ama esses fucinhos como a própria vida. Como a possibilidade de perdê-los nos faz sofrer. Não gosto nem de pensar.

Mas ela é uma das melhores coisas da nossa vida. É uma companheira. Nos diverte. É um ser que a gente pode dar amor sem medida. Ela nos fez pessoas melhores. Minha casa é mais feliz com essa peluda. Um pouco mais bagunçada talvez, mas muito feliz.E tudo vale a pena.  A minha cachorra é a melhor cachorra do mundo. E a mais linda, diga-se de passagem.
Já adulta e linda, nosso amor de quatro patas

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